Mostrando postagens com marcador Aula 4/6 anos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Aula 4/6 anos. Mostrar todas as postagens

domingo, 30 de setembro de 2012

Aula: Prática da Oração (4/6 anos)



OBJETIVO: Ensinar à criança o valor da prece em nossas vidas. Esclarecer que a prece deverá ser uma "conversa" com Deus, com Jesus e com os amigos espirituais, entre eles o Anjo da Guarda. Nessa conversa com Deus, poderá contar suas alegrias, suas necessidades e agradecer a tudo o que Deus lhe dá (o ar, o alimento, a família...). Mostrar à criança que para orarmos não é preciso ficar em determinadas posições (mãos, postas, de joelhos), nem tampouco repetir em voz alta (todos juntos, como ladainha).
Nessa idade a criança ainda não está apta a aprender e decorar o Pai-nosso, pois não compreende o seu significado. Por isso sugerimos que as preces de início e encerramento das aulas sejam cantadas.  

MOTIVAÇÃO INICIAL - Questionamento -  Que brincadeiras conhecem? Quais acham mais difíceis?

QUADRO DE IMAGENS: (ver exemplo) As aulas deverão ser bem ilustradas. Imagens onde levam à reflexão de agradecimentos, pedidos e diálogo. Natureza...


CANTINHO DO SABE: Como podemos conversar com Deus? Podemos conversar com Deus estando em pé, sentado, deitado, em voz alta, em silêncio, de olhos abertos ou fechados, não importa como. O importante mesmo é senti-Lo dentro do nosso coração.
(A sala deverá ter um cantinho onde serão colada frases relacionadas às aulas.Na aula seguinte reler as frases e perguntar se lembram da historinha, fazendo uma rápida recapitulação com o objetivo de manter a  sequência do estudo).


HISTÓRIA :  BRINCADEIRAS (ilustrações e atividade)
Eduardo gostava de ir à escola. O que será que a professora - a senhorita Cleide - iria ensinar? Mal entrou na sala de aula e ela foi falando:
- Crianças, hoje vamos brincar!
A alegria foi geral.
- Prestem bastante atenção! - e começou explicando a primeira brincadeira.
Ela mostrou o apagador e o dexou sobre a mesa, pedindo que observassem bem. Depois colocou uma venda nos olhos de Eduardo, que estava do outro lado da sala, o fez girar algumas vezes e pediu que procurasse o objeto. Que dificuldade! As outras crianças gritavam:
- Está quente! Está frio! - conforme Eduardo se aproximava ou se afastava do apagador.
Até que finalmente conseguiu!
Todos quiseram enfrentar o desafio de procurar o apagador com os olhos vendados. Em seguida a senhorita Cleide afastou as cadeiras e desenhou um oito bem grande no chão.
Vocês deverão andar sobre esta linha que desenhei no chão.
Eduardo pensou:
- Ah! Esta é fácil!
Mas a professora completou:
- Com um pé só!
Foi uma confusão! Quase todos perderam o equilíbrio e caíram. Risadas e reclamações se misturavam no ar.
Então a senhorita Cleide deu uma bala a cada um e disse:
-Para desembrulhá-la vocês só podem usar uma das mãos.
Que algazarra! Alguns, impacientes, diziam:
- Não consigo, professora!
No final da aula a senhorita Cleide perguntou o que haviam achado das brincadeiras. Todos gostaram, mas alguns obeservaram:
- Foi difícil andar sobre a linha pulando num pé só!
- É! E procurar o apagador de olhos fechados, também! - diziam outros.
- Eu não consegui desembrulhar a bala usando só uma das mãos - quiexou-se Eduardo.
Então a professora concluiu:
- Sentiram como nossos olhos são importantes e bons? E ter duas pernas para caminhar, duas mãos para desembrulhar balas...
As crianças ouviam atentas. A senhorita Cleide perguntou:
- Quem nos deu olhos, pernas, mãos?
- DEUS!!! - responderam em coro.
- Nada mais justo do que agradecer a Ele por tudo, não é? Vamos dizer-lhe isso numa prece:
Muito obrigada, Deus querido, por nossos olhos, por nossas mãos e pernas.
Eduardo chegou em casa faminto. Lavou as mãos e sentou-se à mesa para comer. Ao pegar os talheres murmurou baixinho:
- Muito obrigado, Deus bondoso, pelas minhas mãos!

ATIVIDADE:  Fazer as brincadeiras sugeridas na história. Multiplicar e distribuir a folha de atividade (atividade)

  • Praticar a oração de agradecimento, perguntando a cada criança pelo que gostariam de agradecer.
SUGESTÃO PARA SER ENTREGUE AOS PAIS ATRAVÉS DA CRIANÇA: (as crianças gostam e os pais também)

 Reflexão:
"Abster-se de repetir em voz alta as preces que são proferidas por amigos outros na reuniões doutrinárias. A prece, acima de tudo, é sentimento. "  
Waldo Vieira/ André Luiz, Conduta Espírita, cap 26.
Fonte: Evangelização Infanto-Juvenil - Aliança Espírita Evangélica 

domingo, 4 de março de 2012

Aula: Deus e Jesus (4/6 anos)

OBJETIVO: Ensinar e reforçar que Jesus não é Deus, mas é seu filho. Mostrar à criança a diferença entre ambos, apresentando Deus como Pai-Criador e Jesus como Irmão e Mestre. Não esquecer de esclarecer à criança que todas as ilustrações que temos de Jesus não é Deus.

MOTIVAÇÃO INICIAL - Figura de Jesus -  levar uma figura de Jesus e perguntar às crianças quem é aquela pessoa.

QUADRO DE IMAGENS: (ver exemplo) As aulas deverão ser bem ilustradas. Enfatizar o caráter humano de Jesus, diferenciando-o de Deus. Se Jesus é o filho de Deus, Ele não é Deus. Deixar bem claro para as crianças a diferença. 
Levar uma figura de Jesus, e perguntar às crianças quem é aquela pessoa.


CANTINHO DO SABE: É importante sabermos que os retratos, as figuras que nós conhecemos são de Jesus e não de Deus.
(A sala deverá ter um cantinho onde serão colada frases relacionadas às aulas.Na aula seguinte reler as frases e perguntar se lembram da historinha, fazendo uma rápida recapitulação com o objetivo de manter a  sequência do estudo).


HISTÓRIA :  A 1ª VISITA DE JESUS AO TEMPLO (ilustrações e atividade)
Pedrinho já estava ficando chateado pois desde que seu irmãozinho nascera, sua mãe não saía mais de casa. Todo o tempo era dedicado ao pequeno Lucas. Agora só o pai o levava à escola, às compras, ao médico e até ao centro espírita para as aulas de moral cristã que Pedrinho tanto adorava. Mas, para sua surpresa, num belo sábado, quando acordou, viu que sua mãe e o bebê já estavam arrumadinhos como se fossem passear. Perguntou à mamãe se eles iriam sair e ela respondeu que todos iriam ao centro espírita. Pedro ficou impressionado pois nunca havia percebido que as crianças tão pequenas como o Lucas iam ao centro. Aí, mamãe contou a ele a história de Jesus:
- Pedrinho quando Jesus era também pequenininho, com quarenta dias, foi levado ao templo, em Jerusalém, Maria foi ao templo rezar, agradecer a Deus pelo filho sadio e lindo que era Jesus. Lá chegando um senhor bom e religioso, chamado Simeão, pegou Jesus nos braços e o segurou com muito carinho. Emocionado, orou agradecendo a Deus por ter visto aquele bebê maravilhoso. Na mesma hora, emquanto Simeão conversava com José e Maria, uma mulher chamada Ana entrou naquele lugar e também agradeceu em voz alta, a graça de ter visto o bebê enviando por Deus.
- Você não se lembra, Pedrinho, mas quando você nasceu, nós também o levamos ao centro e hoje vamos fazer o mesmo com seu irmaãozinho. Nós sempre agradecemos a Deus pela sua vinda.
Papai e mamãe estavam orgulhosos de seus filhos. Os quatro saíram felizes em direção ao centro.
Lá estariam protegidos pelo amor do nosso irmão Jesus e de Deus, nosso Pai Criador.


ATIVIDADE:  Multiplicar e distribuir a folha de atividade (atividade)

SUGESTÃO PARA SER ENTREGUE AOS PAIS ATRAVÉS DA CRIANÇA: (as crianças gostam e os pais também)

 Reflexão:
"E veio uma voz do céu, dizendo: - Tu é meu Filho querido, e me dás muita alegria "  
Marcos 1:1
Fonte: Evangelização Infanto-Juvenil - Aliança Espírita Evangélica 

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Aula: Existência de Deus (4/6 anos)



OBJETIVO: Levar a criança a observar a  compreender que Deus é nosso Pai, Criador de tudo e de todos. Ensiná-la a observar a criação de Deus através da natureza, a reconhecer o Criador pelo mundo que a circunda (as plantas, os animais, o sol, as estrelas...). Todo esse mundo que o Homem não pode fazer.
Levar a criança a sentir a presença de Deus através dos sinais da natureza.


MOTIVAÇÃO INICIAL - Questionamento - Quem já visitou algum parque ou praça? O que viram lá?

QUADRO DE IMAGENS: (ver exemplo) As aulas deverão ser bem ilustradas e, na medida do possível, com elementos da natureza ou ao ar livre. Mostrar que a melhor maneira de amar a Deus é respeitar a sua criação: a natureza.


CANTINHO DO SABE: É importante deixar as praias, praças e parques limpos.
(A sala deverá ter um cantinho onde serão colada frases relacionadas às aulas.Na aula seguinte reler as frases e perguntar se lembram da historinha, fazendo uma rápida recapitulação com o objetivo de manter a  sequência do estudo).


HISTÓRIA : AS RESPOSTAS DE JOÃOZINHO (ilustrações e atividade)
Numa manhã de primavera, Joãozinho e sua mãe foram passear no parque da cidade. Mamãe, olhando para o céu, exclamou:
- Olhe, Joãozinho, veja como está lindo o céu! As núvens parecem lírios brancos num imenso lago azul!
- Está lindo mesmo! - disse Joãozinho - Mas eu acho que as nuvens parecem barquinhos de velas brancas. Veja aquelas, mãe, lá longe, tão pequeninas... Não parecem carneirinhos?
Dona Laura sorriu ante as comparações do filho. E concordou com ele,  acrescentando:
- Repare como o vento faz com que elas se movimentem...
- É que o vento é o pastor das ovelhinhas do céu, mãe! - concluiu o menino.
Dona Laura achou interessante a conclusão de Joãozinho. Os dois continuaram a caminhar pelas alamedas, admirando os canteiros cheios de flores.
- Ouça, mamãe! Ouça como canta o passarinho.
- é um bem-te-vi, filho. repare como ele diz: "bem-te-vi"! "bem-te-vi"!
- Engraçado! Parece mesmo que ele está falando!
E os dois ficaram ouvindo o bem-te-vi cantar.
Apontando os canteiros cheios de flores, a mãe perguntou:
- Quantas cores você pode contar ali, meu filho?
- Roxo, amarelo, azul, laranja...quatro, mamãe.
Dona laura reclamou:
- Falta ainda uma: a vermelha. Olhe aquela rosa do outro lado. Quantas coisas lindas estamos encontrando! Coisas que Deus criou.
- Mas como é Deus? ... Eu nunca vi Deus!
Naquele momento, um ventinho começou a soprar no parque, fazendo girar o cata-vento que Joãozinho havia acabado de comprar. Dona laura perguntou:
- Sente o vento, meu filho?
- Ora! Sinto, mamãe!
- Pode vê-lo?
- Não - respondeu ele um pouco surpreso. - Nem eu, nem ninguém pode ver o vento.
Mamãe sorriu e continuou, com os olhos alegres:
- Mas você nota o que o vento faz?
- Claro! ... Ele balança as flores e as folhas, girou meu cata-vento. Está em todos os lugares.
Dona Lautra comentou:
- É isto mesmo. Não podemos ver o vento, mas sabemos que ele está em toda parte e sentimos sempre a sua presença, logo...
Mamãe não completou a frase, pois Joãozinho, muito intyeligente e muito esperto, disse depressa:
- Já sei! Já adivinhei tudo. a gente não vê Deus, não sabe como é... mas, a gente sabe que Ele é bom, que está em toda parte e que fez todas as coisas lindas que vemos hoje.
- Não só as que vemos hoje, mas muitas outras nos falam do amor e da proteção de Deus - acrescentou Dona Laura, toda comovida.
E Joãozinho,todo importante, concluiu:
- Ora, nós não precisamos ver Deus, para sabermos que Ele exisate e nos ama muito, muito, não é mamãe?
Foi então que ele ouviu uma voz e olhando para trás, viu o pai, com quem haviam combinado de se encontrar no parque. Correu para abraçá-lo, e disse:
- Papai, hoje eu aprendi uma porçào de coisas sobre Deus. Quer que eu conte?


ATIVIDADE: Cata-vento Levar o papel já cortado conforme o modelo. tomar cuidado na escolha de materiais para que não sejam perigosos.

SUGESTÃO PARA SER ENTREGUE AOS PAIS ATRAVÉS DA CRIANÇA: (as crianças gostam e os pais também)

 Reflexão:
"Deus!(...) Sentimos-Te no vigor das árvores frondosas e no perfume delicado das flores do campo; nas águas mansas dos regatos e no fragor das ondas do oceano imenso; no azul do céu, no aconchego do lar, na chuva que cai e germina as sementes e fecunda as searas; e no sol que doira as espigas e amadurece os frutos."  
Edgard Armond, Na Semeadura I, item 238
Fonte: Evangelização Infanto-Juvenil - Aliança Espírita Evangélica 

terça-feira, 14 de junho de 2011

Aula: Providência Divina (4/6 anos)



OBJETIVO: Neste tema, levar a criança a reconhecer o Criador pelo mundo que a circunda: as plantas, os animais, a família. Ela deverá sentir o amor  de Deus por todas as criaturas e a perfeição da Sua obra, que nenhum homem pode fazer igual.
Que Deus fez este mundo para nós com muito amor. Falar de Deus da forma mais simples possível. Voltando a ensinar, para reforço e para os alunos que são novos, que Jesus não é Deus, mas seu filho.
Mostrar à criança a diferença entre ambos, apresentando Deus como Pai Criador e Jesus como Irmão e Mestre. Não esquecer de esclarecer a criança, que todas as ilustrações que temos são de Jesus e não de Deus.
Levar a criança a sentir que Deus lhe oferece todas as condições para que cresça espiritualmente em alegria, amor e aprendizado. 


QUADRO DE IMAGENS: (ver exemplo) As aulas deverão ser bem ilustradas e, na medida do possível, com elementos da natureza ou ao ar livre. Mostrar que a melhor maneira de amar a Deus é respeitar a sua criação: a natureza.


CANTINHO DO SABE: Por que as ovelhas são tosquiadas?
As ovelhas têm o pêlo cortado uma vez por ano. O pêlo delas é chamado de lã. A lã é fiada, isto é, transformada em fios bem compridos. Depois disso pode ser tingida em várias cores. Normalmente, a lã é adquirida em novelos para ser tricotada.
(A sala deverá ter um cantinho onde serão colada frases relacionadas às aulas.Na aula seguinte reler as frases e perguntar se lembram da historinha, fazendo uma rápida recapitulação com o objetivo de manter a  sequência do estudo).

HISTÓRIA : O CARNEIRINHO INSATISFEITO (ilustrações e atividade)
Adaptação da história "O carneiro revoltado"do livro A vida Fala - II - pelo espírito Néio Lúcio - FEB


Um carneirinho muito inteligente, mas indiciplinado, viu o quanto sua lã era útil, beneficiando a muita gente; e sentindo-se mais importante que os outros animais, revoltou-se contra a tosquia.
- Sou muito precioso - pensava - não vou passar frio, de tempos em tempos. Não quero mais ficar sem minha linda lã.
Assim,pensava o carneiro, esquecido das ricas rações que o alimentavam, lembrando-se apenas de examinar os prejuízos que supunha sofrer.
Muito triste, dirigiu-se ao Criador.
- Meu Pai, não estou satisfeito com a minha pelagem. A tosquia é um tormento. Modifique-me, Senhor!
O Criador, ouvindo-o perguntou-lhe:
- Que queres que eu faça?
Vaidosamente, o carneirinho lhe respondeu:
- Quero que minha lã seja de ouro.
Seu pedido foi satisfeito. O pequeno carneiro tornou-se todo de ouro.
Assim que o orgulhoso carneirinho se mostrou cheio de pêlos preciosos, várias pessoas o atacaram sem piedade. Arrancaram-lhe os pêlos de ouro, deixando-o machucado.
- Pai, os salteadores me roubaram! Mude novamente o que me cobre! Quero que minha lã seja de porcelana.
E o carneirinho teve sua lã transformada em porcelana.
Assim que apareceu na campina, uma enorme ventania quebrou-lhe os pêlos, deixando-o em chagas.
Muito aflito, foi ao Altíssimo e disse:
- Mude- me novamente. Quero que minha lã seja de mel.
A lã do carneirinho tornou-se de mel. Assim que se viu entre os companheiros, um enxame de marimbondos cobriu-o, sugando-lhe os pêlos doces de mel, e fazendo-o correr apavorado.
O pobre carneirinho voltou ao Altíssimo e falou:
- Pai, ainda desta vez não deu certo. Quero que minha lã seja como as folhas de alface!
Sendo atendido seu pedido, saiu mostando-se alegre, por ser diferente de seus companheiros. Quando passou pelos cavalos e burros, não conseguiu sorte melhor que nas vezes anterirores. Comeram-lhe as folhas e deixaram-no muito ferido.
Novamente o carneirinho foi em busca do Criador e disse-lhe, entre lágrimas:
- Pai, não suporto mais! Não quero ser superior aos meus irmãos. Quero voltar a ser o carneirinho que sempre fui!
O Criador, penalizado, mas satisfeito com a transformação do carneirinho, sorriu e fez voltar a ser o que era antes. E o carneiro voltou a ter lã branquinha e bonita, compreendendo que seus tosquiadores eram seus amigos. Davam-lhe de comer e de beber e nunca o deixaram ferido.
Feliz, o carneirinho juntou-se aos seus companheiros no vale, agora satisfeito por entender que Deus é sábio naquilo que faz.


ATIVIDADE: Distribuir para cada criança a ilustração J-C-2-9  para  colarem algodão no carneirinho.

SUGESTÃO PARA SER ENTREGUE AOS PAIS ATRAVÉS DA CRIANÇA: (as crianças gostam e os pais também)

 Reflexão:
"Tudo de bom que recebemos e tudo o que é perfeito vem do céu"
                                        Tiago 1:17.


Fonte:Evangelização Infanto-Juvenil - Aliança Espírita Evangélica

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Aula: Deus Criador (4/6 anos)




OBJETIVO: Levar a criança a observar a  compreender que Deus é nosso Pai, Criador de tudo e de todos. Ensiná-la a observar a criação de Deus através da natureza, a reconhecer o Criador pelo mundo que a circunda (as plantas, os animais, o sol, as estrelas...). Todo esse mundo que o Homem não pode fazer.


QUADRO DE IMAGENS: (ver exemplo) As aulas deverão ser bem ilustradas e, na medida do possível, com elementos da natureza ou ao ar livre. Mostrar que a melhor maneira de amar a Deus é respeitar a sua criação: a natureza.


CANTINHO DO SABE: É importante cuidarmos e respeitarmos o que há na natureza, pois tudo é obra de Deus
(A sala deverá ter um cantinho onde serão colada frases relacionadas às aulas.Na aula seguinte reler as frases e perguntar se lembram da historinha, fazendo uma rápida recapitulação com o objetivo de manter a  sequência do estudo).


HISTÓRIA : PEIXINHO DOURADO (ilustrações e atividade)


Era uma vez um lindo peixinho chamado Dourado que morava num grande lago de águas azuladas. Dourado tinha muitos companheiros: o peixinho Vermelho, o Pintado, o Prateado, o Barrigudinho e outros, bonitos e interessantes.
Quando peixinho Dourado e seus amigos saíam a passear, os velhos moradores do lago Azul ficavam contentes. Tudo parecia estar em festa! Os peixinhos eram muitos divertidos, nadavam para lá e para cá, girando as barbatanas, um atrás do outro, num engraçado brinquedo de pega-pega. O fundo do lago tornava-se, então, movimentado e colorido.


Certa vez, um grande silêncio se fez no lago. Os seus moradores estavam descansando. De repente as águas começaram a movimentar-se. Alguém saíra! Quem seria?... Ah!...Era o peixinho Dourado que nadava para cá e para lá, com suas bonitas barbatanas cor de ouro. Muito curioso, pensou:
- Que haverá mais em cima? será tão bonito como aqui?... Vou subir um pouco para espiar.
No princípio meio assustado, depois mais corajoso, o peixinho foi subindo, levado pela curiosidade. Até que chegou à superfície do lago:
- Ah, que susto! - gritou todo tremulo, mergulhando de volta. - Que terrível clarão!... Quase fico cego.
Mas, apesar do susto, o peixinho Dourado não desistiu de ver  o que havia fora d'água. Várias vezes voltou à tona até que seus olhos se acostumaram com aquela claridade. Olhou, então, atentamente, para tudo o que cercava o grande lago.
- Que beleza! - exclamou entusiasmado. - Nunca vi coisa igual!
Dourado olhava para o lindo céu azul, onde nuvens se amontoavam como algodão-doce. Viu também o Sol que esparramava seus raios por toda parte, iluminando e aquecendo tudo.
Ao voltar-se para a margem do lago, viu árvores cheias de passarinhos que saltitavam de galho em galho, macacos que faziam as mais incríveis piruetas, frutos e flores coloridos, crianças brincando com pequenos barcos. E as borboletas, voando de flor, cortando os ares com suas asas multi coloridas.
- Que lindeza! - pensava o peixinho. - Quem teria feito tudo isso? Que pena meus amigos não estarem aqui! Vou depressa contar para eles as maravilhas que descobri.
E assim dizendo, nadou para o fundo do lago em busca dos amigos.
Os peixinhos ficaram encantados com a descoberta de dourado e faziam perguntas e mais perguntas que o peixe respondia sempre, achando-se mesmo muito sabido. Foi então que Barrigudinho indagou, intrigado:
- Mas, afinal, quem fez tanta beleza?
Ah! Essa pergunta Dourado não sabia responder. Porém, como costumava dizer a verdade, falou logo:
- Não sei, não sei...Também, gostaria de saber quem fez aquelas maravilhas.
- E por que não perguntamos ao senhor Peixoto? - falou o peixinho Vermelho. - Ele é um velho morador deste lago e sabe muitas coisas!
- É mesmo! - gritaram os outros. - Vamos procurá-lo.
E os peixinhos, curiosos e agitados, foram ao encontro do senhor Peixoto. ele os ouviu com muita atenção e falou:
- Há seres diferentes de nós e tudo, tudo o que existe, é obra de Deus, o único Criador de todas as coisas.
- Deus? - exclamou os peixinhos, a uma só voz.
- Sim, DEUS! - tornou a falar o sábio peixe. - Deus é que fez as belezas que Dourado viu na superfícies. O céu, o Sol, as árvores, as flores, os frutos, os animais, as pessoas...
Senhor Peixoto parou um pouco, mas vendo que os peixinhos não se moviam, interessados, continuou:
- Olhem à volta de vocês... Tudo o que temos neste lago, que é a nossa casa, também foi criado por Deus! A água, as pedras, os grãos de areia, as plantas e até nós mesmos.
- Oh! Nunca havia pensado nisso! Deus é o máximo! - Exclamavam os peixinhos.
o velho morador do lago pediu silêncio e terminou:
- Deus, Criador de tudo o que existe, nós agradecemos e demonstramos o nosso amor pelo Senhor amando tudo o que o Senhor criou.
Os peixinhos, calados, sentiram grande respeito pela criação divina e despediram-se, agradecidos àquele peixe tão sábio. Foram brincar com sempre, no mesmo lago Azul, mas agora alguma coisa estava diferente...
Fim

ATIVIDADE: Distribuir para cada criança uma folha, para que completem o cenário com as criações de Deus.

SUGESTÃO PARA SER ENTREGUE AOS PAIS ATRAVÉS DA CRIANÇA: (as crianças gostam e os pais também)

 Reflexão:
"De alma agradecida e serena, abençoar a Natureza que o acalenta, protegendo,  quando possível, todos os seres e todas as coisas na região em que respire. A Natureza é consubstancia o santuário em que a sabedoria de Deus se torna visível"
                                    Waldo Viera/André Luiz, Conduta Espírita 


Fonte:Evangelização Infanto-Juvenil - Aliança Espírita Evangélica

Grupo de Evangelização - Faça parte você também

Evangelização Espírita Infantil - Visite

Evangelização Espírita Infantil - Visite
Página do facebook

Evangelização Espírita ME - Visite

Evangelização Espírita ME - Visite
Página do Facebook


" A missão do Espiritismo é Evangelizar!

Quando Ensina - Transmite!
Quando Educa - Disciplina!
Quando Evangeliza - Salva!"

Amélia Rodrigues