sexta-feira, 29 de março de 2019

Aula: Bondade (0/3 anos)


OBJETIVO: Moral Cristã - Convidar a criança à prática do bem. Incentivar a bondade, colaboração, alegria de viver, amizade. Tudo deve ser apresentado de maneira simples, levando a criança a descobrir, por si só, a moral da história. A criança deverá entender que os ensinos que recebe na evangelização devem fazer parte da sua vida, do seu dia-a-dia.
Bondade - Despertar esse sentimento em relação ao próximo.



QUADRO DE IMAGENS: (ver exemplo) As aulas deverão ser bem ilustradas e, na medida do possível, com elementos relacionados à historia. Mostrar que a melhor maneira de amar a Deus é respeitar a sua criação  sendo bondosos.


CANTINHO DO SABE: Colar imagens de animais, de crianças brincando, idosos tranquilos.. tudo que represente bondade.


(A sala deverá ter um cantinho onde serão colada  figuras e frases relacionadas às aulas. Na aula seguinte reler as frases e perguntar se lembram da historinha, fazendo uma rápida recapitulação com o objetivo de manter a  sequência do estudo)


HISTÓRIA :  A BONDADE DA VAQUINHA (ilustrações e atividade)
 Era uma vez uma vaquinha que fazia muu...
A vaquinha era amiga do passarinho que fazia piu..piu. E o levava para passear.
Um dia o patinho que fazia quac..quac, viu a vaquinha que fazia muuu.., levando o passarinho que fazia piu..piu.. e também quis passear.
A vaquinha bondosa levou o passarinho e o patinho.
O cachorrinho que fazia au..au. viu a vaquinha que fazia muu... levando o passarinho que fazia piu..piu.. e o patinho que fazia quac..quac... e também que passear.
Então a vaquinha bondosa levou o passarinho, o patinho e o cachorrinho.
O gatinho que fazia miau..miau, viu a vaquinha que fazia muu... levando o passarinho que fazia piu..piu.., o patinho que fazia quac..quac.. e o cachorrinho que fazia au..au.. e também quis passear.
E a vaquinha bondosa levou todos os seus amigos para passear.
.

SUGESTÃO: IMITAÇAO DA VOZ DOS ANIMAIS
Perguntar às crianças como faz a vaca, o passarinho, o pato, o cachorro e o gato.

ATIVIDADE:
LEVAR PARA PASSEAR
O evangelizador chama uma criança pelo nome e lhe dá a mão, dizendo que vão passear, como os personagens da história. Em seguida chama outra e mais outra, formando um cordão de amigos, que passeiam pela sala. 

 
 
SUGESTÃO PARA SER ENTREGUE AOS PAIS ATRAVÉS DA CRIANÇA: (as crianças gostam e os pais também)

 Reflexão:
"A benevolência para com os semelhantes, fruto do amor ao próximo, produz, a afabilidade e a doçura, que são a sua manifestação. Allan Kardec, O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. IX, item, 6.

Fonte:Evangelização Infanto-Juvenil - Aliança Espírita Evangélica

Atividades:Aula: Bondade (0/3 anos)







Fonte:Evangelização Infanto-Juvenil - Aliança Espírita Evangélica


Atividades:Aula: Auxílio ao próximo (0/3 anos)















Fonte:Evangelização Infanto-Juvenil - Aliança Espírita Evangélica

Aula: Auxílio ao próximo (0/3 anos)

OBJETIVO: Desenvolvendo o respeito a tudo aquilo que pertence ao outro, a começar dentro do lar.... na casa dos avós... dos tios... na vizinhança... na escola....nas lojas.. supermercados..Na sociedade. 

Levar a criança a reconhecer que existe limites para explorar os lugares e limites para a curiosidade.

Despertar a necessidade de ajudar as pessoas que nos cercam.



QUADRO DE IMAGENS: (ver exemplo) As aulas deverão ser bem ilustradas e, na medida do possível, com elementos do dia-a-dia. Mostrar que a melhor maneira de amar a Deus é respeitar a sua criação  e ajudar ao nosso próximo como a nós mesmos


CANTINHO DO SABE: Colar imagens de crianças fazendo prece por alguém.  
Aproveitar a historia e reforçar que a prece é uma conversa com Deus  e Deus é nosso Pai Maior.

(A sala deverá ter um cantinho onde serão colada  figuras e frases relacionadas às aulas. Na aula seguinte reler as frases e perguntar se lembram da historinha, fazendo uma rápida recapitulação com o objetivo de manter a  sequência do estudo)


HISTÓRIA :  A PRECE DE NENA (ilustrações e atividade)

Eu me chamo Nena, moro com papai, mamãe e meus irmãos .
À noite, antes de dormir, eu sempre reparava os meus irmãos fazendo a prece e não entendia bem o porquê daquilo.
Então, um belo dia, eu estava brincando com a minha boneca Fifi e papai chegou do serviço sem ninguém esperar.
- Papai por que chegou tão cedo?
- Ah! Nena! O papai está com dor de cabeça e febre. Aaaatchim..
- Chi, papai! O senhor está é com gripe!
O papai foi, então, se deitar e eu fiquei olhando, olhando... enquanto ele dormia. Lembrei-me, naquele instante das preces que meus irmãos faziam.
Falei bem baixinho:
- Papai do céu, ajude o meu papaizinho para quando ele acordar, ele já ter sarado.
E naquele momento, eu nem sabia que, escondidinhos, a mamãe e meus irmãos olhavam admirados o meu jeito de fazer a prece.

SUGESTÃO: CAIXA
Levar uma caixa bem atraente, com palavras edificantes e a cada frase  tirada da caixa fazer um comentário.

ATIVIDADE:
IMITAÇÃO
Pedir que as crianças imitem alguém espirrando, tossindo, soluçando.. Em seguida perguntar:
A Nina fez uma prece quando viu o papai dela espirrando.. E vocês o que fariam quando visse alguém espirrando, tossindo.. soluçando? Ouvir cada uma das resposta e dar um incentivo com palavras.
SUGESTÃO PARA SER ENTREGUE AOS PAIS ATRAVÉS DA CRIANÇA: (as crianças gostam e os pais também)

 Reflexão:
"Aprendamos servindo. Essa é a única fórmula capaz de reunir-nos ao Mestre que procuramos. Emmanuel, Instrumentos do Tempo, cap. 29.

Fonte:Evangelização Infanto-Juvenil - Aliança Espírita Evangélica

sábado, 5 de janeiro de 2019

Livro Recomendado



Alvorada Cristã
  • Médium: Francisco Cândido Xavier
  • Espírito: Neio Lúcio
  • Páginas: 214
  • Tamanho: 16 x 23 (cm)
  • Edição: 15ª edição

Sinopse

Por meio de pequenos contos e crônicas, o Espírito Neio Lúcio estimula crianças e jovens a cuidar da mente contra sentimentos como a raiva, o desânimo e outras fraquezas da alma, buscando sempre o trabalho no bem e o crescimento moral de cada um.Com psicografia de Francisco Cândido Xavier, as mensagens do autor espiritual contribuem para o futuro da infância e da juventude, apresentando noções de justiça, bom senso e autovigilância, além de instigar o desenvolvimento da personalidade e a construção de uma alvorada sublime de amor e paz para um mundo regenerado e muito mais feliz.

MEDIUNIDADE NA INFÂNCIA




Assunto que merece estudo doutrinário, como todos, para ser bem compreendido. 

 
Geralmente, o processo de desenvolvimento da mediunidade é cíclico, ou seja, ocorre por meio de etapas sucessivas em forma de espiral.

O primeiro ciclo:

- Vai de zero aos 12 anos de idade, período no qual as crianças possuem a mediunidade à flor da pele, por assim dizer, mas com o resguardo da influência benéfica e controladora dos espíritos protetores, chamados por algumas religiões de “anjos da guarda”.

Nessa fase infantil, as manifestações mediúnicas são mais de caráter anímico. A criança projeta sua alma nas coisas e nos seres que a rodeiam, recebe as intuições orientadoras de seus protetores, às vezes observa e denuncia a presença de espíritos e, não raro, transmite avisos e recados destes aos familiares de maneira positiva e indireta. Quando passam dos sete ou oito anos, as crianças se integram melhor ao condicionamento da vida terrena, desligando-se progressivamente das relações espirituais e dando mais importância às relações humanas.

No entanto, não é aconselhável o exercício da mediunidade em crianças, uma vez que o organismo delas, débil e em formação, pode sofrer fortes abalos. Além disso, a imaginação está em intensa atividade e pode haver uma grande excitação, sem contar que elas não possuem discernimento suficiente para lidar com os espíritos.

Às vezes, as manifestações mediúnicas apresentadas pela criança são causadas pelas perturbações existentes no ambiente do lar. Neste caso, o mais recomendável é atendê-la com passes, para eliminar as manifestações, e orientar o comportamento dos familiares adultos, para que as tensões espirituais não reflitam mais nela.

Agora, se a manifestação mediúnica for espontânea e equilibrada, deve-se aceitar os fenômenos com naturalidade, mas sem estimulá-los nem tampouco querer colocar a criança em um verdadeiro trabalho mediúnico. Convém que ela seja encaminhada para a evangelização e o conhecimento doutrinário adequado à sua idade, a fim de que, no futuro, ela esteja devidamente preparada para entender sua faculdade e empregá-la bem.

Manifestações mais intensas:

O segundo ciclo:

- Começa geralmente na adolescência, a partir de 12 ou 13 anos de idade. Como dissemos, no primeiro ciclo, só se deve intervir no processo mediúnico com preces e passes, para abrandar as excitações naturais da criança. Já na adolescência, o corpo amadureceu o suficiente para que as manifestações mediúnicas se tornem mais intensas e positivas. Então, é tempo de encaminhá-la com informações mais precisas sobre a questão da mediunidade.

Diante disso, não se deve tentar o desenvolvimento da mediunidade em sessões. O passe, a prece e as reuniões de estudo doutrinário são os meios de auxiliar o processo sem forçá-lo, dando ao adolescente a orientação necessária. A adolescência é a hora das atividades lúdicas, dos jogos e esportes, do estudo e aquisição dos conhecimentos em geral, de uma integração mais completa na realidade terrena. Portanto, não se deve forçar os adolescentes, mas estimulá-los no tocante aos ensinamentos espirituais, abrindo suas mentes para o contato mais profundo e constante com a vida no mundo. Os exemplos dos familiares influem mais em suas opções do que os ensinamentos e as exortações orais.

O terceiro ciclo:

- Ocorre geralmente na passagem da adolescência para a juventude, entre 18 e 25 anos de idade, tempo dos estudos sérios. No entanto, se a mediunidade não se definiu devidamente até esta fase, não devem haver preocupações, uma vez que existem processos nos quais sua verdadeira eclosão leva até cerca de 30 anos para ocorrer.

Potencialidade e educação

Na verdade, a potencialidade mediúnica nunca permanecerá letárgica. Ela se atualiza com mais frequência do que supomos, passando de potência a ato em diversos momentos da vida, através de pressentimentos, previsões de acontecimentos simples, como o encontro de um amigo há muito ausente, percepções extra-sensoriais que atribuímos à imaginação ou à lembrança e assim por diante.

Portanto, os problemas mediúnicos consistem apenas e tão-somente na disciplinação das relações espírito-corpo, que chamamos de “educação mediúnica”. À medida que o médium aprende, como espírito, a controlar sua liberdade e selecionar suas relações espirituais, sua mediunidade se aprimora e se torna cada vez mais segura.

O bom médium é aquele que mantém o seu equilíbrio psicofísico e procede na vida de modo a criar para si mesmo um ambiente espiritual de moralidade, amor e respeito pelo próximo. A dificuldade maior está em se fazer o médium compreender que, para tanto, ele não precisa se tornar santo, mas apenas um homem de bem. Deve ser espontâneo, natural, uma criatura normal, que não tem motivos para se julgar superior aos outros. Quando não orientada para os caminhos do bom senso, a mediunidade pode turvar a vida e ser instrumento de perturbação geral, porém, em harmonia, pode fazer grandes coisas.

A educação mediúnica pode começar no simples modo de falar aos outros, transmitindo bastante brandura, alegria, amor e caridade em todos os atos da vida. O desabrochamento de uma faculdade mediúnica e seu constante aprimoramento necessita, dentre outras coisas, de educação, esforço, disciplina e aquisição de valores morais e espirituais, a fim de se evitar ciladas, enganos, perigos e dissabores que podem ser gerados pela invigilância, pela indisciplina e pelo despreparo.

É importante que o médium não procure na mediunidade um objetivo de simples curiosidade, diversão ou interesse particular, mas que a encare como coisa sagrada que deve ser utilizada para o bem de seu semelhante, sustentada na elevação moral e no estudo sério e edificante. Na primeira fase do desenvolvimento, o médium deve evitar qualquer pretensão vaidosa no sentido de se supor capaz de grandes feitos mediúnicos.

Aquele que se educa espiritualmente e amadurece seu dom através do esforço, do estudo e da disciplina moral passa a ser assistido pelos bons espíritos, que o preservam das ciladas do mundo invisível. Os bons médiuns são raros por falta de uma educação e um adestramento seguro. A faculdade mediúnica é delicada e necessita de acuradas precauções, perseverantes cuidados, método, aspirações nobres e da conquista de uma cobertura espiritual de caráter elevado. O ambiente da prática mediúnica deve ser seguro, organizado e sério, para evitar o perigo de um falso desenvolvimento em que predominam as viciações, bem como os condicionamentos, o automatismo, as falsas concepções do que sejam os espíritos guias, as mistificações e a obsessão.

Fonte:
Artigo publicado na Revista Cristã de Espiritismo, Edição 19.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

COMO APROXIMAR OS ADOLESCENTES DA CASA ESPÍRITA por Carolina Von Scharten

Queridos pais e amigos, 
Uma das dificuldades que temos no centro é manter os adolescentes dentro da nossa casa. Como comentamos no boletim anterior, na fase da adolescência os filhos colocam em cheque todos os aprendizados adquiridos ao longo dos anos pelos seus pais. Isso também se aplica aos evangelizadores! 
Algumas ideias que temos para trabalho é desenvolver a arte tanto com os pequenos como com os adolescentes. A arte é uma forma de expressão que vem de Deus. 
Algumas formas de arte que queremos desenvolver mais durante o nosso trabalho são: Teatro, Música, Dança, Pintura e Poesia.
O teatro, por exemplo, vem colaborar de forma incisiva na reforma íntima daqueles que o buscam como uma tarefa, porque auxilia no auto conhecimento. Ao perceber seus limites e potencialidades, analisar sua
 convivência com grupo, adaptar-se a disciplina; aquele que trabalha com a arte da representação vai se harmonizando cada vez mais com os propósitos cristãos. 
Os pais também podem se utilizar desses recursos para se aproximarem dos seus filhos. 
Carolina von Scharten
Equipe de Evangelização Sir William Crookes Spiritist Society

terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Aprendamos com as crianças

Carlos Torres Pastorino, em sua obra Sabedoria do Evangelho. Destrinchando o ensino de Jesus, nos mostra o quanto temos a aprender com as crianças. Ele nos diz:
“De uma forma ou de outra, é indispensável possuir certas qualidades, para que se alcance o reino dos céus. Sem pretender enumerar todas, poderemos citar, como próprio das crianças em tenra idade, as seguintes qualidades”:
1 – a HUMILDADE, que está sempre disposta a reconhecer sua incapacidade e a esforçar-se por aprender, sem pretender ser nem mais que o instrutor; e essa qualidade é básica na infância, que aceita o que se lhe ensina com humildade e fé;

2 – o AMOR, que se prontifica sempre a perdoar e esquecer as ofensas. A criança pode brigar a sopapos e pontapés, e sair apanhando, mas na primeira ocasião vai novamente brincar com quem a maltratou, esquecendo-se totalmente do que houve;

3 – a ÂNSIA DE SABER, coisa que as crianças possuem até chegar; por vezes, a ponto de exasperar os mais velhos com suas perguntas constantes, embaraçosas e indiscretas, jamais se dando por integralmente satisfeitas;

4 – a PERSEVERANÇA que, quando quer uma coisa, não desiste, mas usa de todas as artimanhas até conseguí-la, com incrível persistência e teimosia, obtendo o que quer, às vezes, pelo cansaço que causa aos adultos;

5 – a INOCÊNCIA, sem qualquer malícia, diante de quaisquer cenas e situações; para as crianças tudo é “natural” e limpo, mormente se são educadas sem mistérios nem segredos, pois a maldade ainda não viciou suas almas;

6 – a SIMPLICIDADE, tudo fazendo sem calcular “o que dirão os outros”, sem ter preconceitos nem procurar esconder qualquer gesto ou ato, mesmo àqueles que os adultos hipocritamente classificam com “vergonhosos”;

7 – a DOCILIDADE de deixar-se guiar, confiantemente, pelos mais idosos, sem indagar sequer “aonde vão”. Não podem imaginar traições nem, enganos, porque eles mesmos são incapazes de fazê-lo, e julgam os outros por si.
Se tivermos essa conduta, simples e natural, como a criança (isto é, sem forçar), estará com as qualidades necessárias para poder “receber” estado de consciência superior que traz à alma a paz que Cristo dá e a felicidade plena do Espírito.
Marlene Fagundes Carvalho Goncalves
Ribeirão Preto-SP
Trecho extraido Jornal “Verdade e Luz” de maio/97. (Jornal Mundo Espírita de Maio de 1997)‏ 
*veja na integra no blog Escolinha Espírita 
https://escolinhaespirita.blogspot.com/2019/01/a-licao-das-criancas.html

domingo, 14 de outubro de 2018

MEU PEQUENO EVANGELHO

Imagine combinar as belíssimas mensagens de amor que o Evangelho ensina, contadas de forma divertida com a turminha mais querida do Brasil.

Um sonho que agora se tornou realidade.

O livro Meu Pequeno Evangelho apresenta o ensino que nasceu no coração de Jesus, que ilumina nossos caminhos, trazendo Sua mensagem amorosa para os corações das crianças.

Uma palavra de amor, dita no momento certo, pode mudar uma vida. Por isso, esse livro – repleto de palavras amor, caridade e humildade – nasceu com o objetivo de passar o exemplo que Jesus nos deixou, como guia para formar crianças de bem e felizes.

Então, não perca esta chance de ouvir histórias superengraçadas, que vão deixar o seu dia a dia mais iluminado, permitindo que você enxergue, em todos os seres da natureza, criaturas de Deus.

Trate e cuide deles com muito carinho, e assim poderá sentir o reino dos céus em seu coração.

Esperamos que você goste deste livro tanto quanto a turminha gostou, e que essa leitura torne sua vida muito mais feliz.

Estas são as palavras com que os autores Maurício de Sousa, Luís Hu Rivas e Ala Mitchell apresentam o livro Meu pequeno Evangelho, que estamos especialmente sugerindo para as crianças, pais e evangelizadores, para este mês de outubro.

São sessenta e quatro páginas de ensinamentos sobre felicidade, humildade, pureza, paz, misericórdia, amor, perdão e temas outros do Evangelho de Jesus,  traduzidos de forma lúdica, numa edição conjunta das editoras Maurício de Sousa e Boa Nova.

Ilustrado com os personagens da Turma da Mônica, o livro fala de André, primo de Cascão, que vem visitar a família e inicia uma brincadeira, para que os personagens já bem conhecidos no Brasil, contem estórias das suas férias, e ele transmite conceitos do Evangelho que todos podem usar no seu cotidiano, independentemente da religião que praticam.

A obra ensina a importância de praticar o bem e a caridade, de respeitar o próximo e a natureza, de se conhecer e de compartilhar seus tesouros sempre que for possível, principalmente os conhecimentos e boas atitudes, que são os mais valiosos.

Pode servir de instrumental para atender à responsabilidade de  transmitir aos nossos filhos ou evangelizandos, conceitos de bem proceder.

Aos evangelizadores, o livro permite o preparo de atividades alegres, facilitando métodos de ensino doutrinário – ético e moral – para a  mente infantil.

Também poderá ser utilizado no Evangelho no lar, para as famílias que têm crianças pequenas, servindo-se das estórias, que bem conduzem a reflexões e oportunizam comentários de fundo moral.

Recordando das nossas responsabilidades como pais e educadores, reproduzimos a questão 582 de O Livro dos Espíritos, na qual Allan Kardec questiona: Pode-se considerar como missão a paternidade? – com a resposta da Espiritualidade Superior: É, sem contestação possível, uma verdadeira missão. É ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve, mais do que o pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuro. Deus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem, e lhes facilitou a tarefa dando àquele uma organização débil e delicada, que o torna propício a todas as impressões. Muitos há, no entanto, que mais cuidam de aprumar as árvores do seu jardim e de fazê-las dar bons frutos em abundância, do que de formar o caráter de seu filho. Se este vier a sucumbir por culpa deles, suportarão os desgostos resultantes dessa queda e partilharão dos sofrimentos do filho na vida futura, por não terem feito o que lhes estava ao alcance para que ele avançasse na estrada do bem.

Fonte http://www.mundoespirita.com.br/?materia=meu-pequeno-evangelho

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Amélia Rodrigues